Flávio Bolsonaro é o mais rejeitado após divulgação de áudio com Vorcaro, revela pesquisa Atlas/Bloomberg
Flávio Bolsonaro se torna o pré-candidato à Presidência com maior índice de rejeição, segundo pesquisa.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) alcançou o título de pré-candidato à Presidência mais rejeitado, conforme dados de uma pesquisa recente. A pesquisa, realizada entre os dias 13 e 18 de maio, revelou um aumento significativo na porcentagem de eleitores que afirmam não votar nele de forma alguma.
O percentual de entrevistados que disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro subiu de 49,8% em abril para 52% em maio. Essa mudança fez com que ele superasse outros candidatos em termos de rejeição, incluindo o ex-presidente Lula, que registrou uma leve queda de 51% para 50,6% no mesmo período.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também enfrenta rejeição, com 49,1% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que é considerada uma possível substituta de Flávio na corrida presidencial, apresenta uma rejeição de 45,6%.
Na lista de rejeições, seguem os pré-candidatos Romeu Zema (Novo), com 42,2%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 38%. O pré-candidato Renan Santos (Missão) é o que apresenta a menor taxa de rejeição, com 37,8%.
Além disso, a pesquisa indicou que 47,4% dos eleitores expressaram preocupação com a possibilidade da eleição de Flávio Bolsonaro. Em comparação, 40,5% temem a reeleição de Lula, enquanto 11% afirmaram que ambos os cenários os preocupam igualmente.
Um mês antes da pesquisa, o cenário mostrava um empate técnico, com 47,3% dos entrevistados temendo a reeleição de Lula e 45,4% a eleição de Flávio Bolsonaro. Apenas 7,2% manifestaram preocupação com ambos os resultados.
Os dados foram coletados através de questionários online aplicados a 5.032 brasileiros com 16 anos ou mais, utilizando uma metodologia de recrutamento digital aleatório. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, e o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo correspondente.
