Governo anuncia novos ministros após desincompatibilização e divulga lista com os nomes
Reforma ministerial traz mudanças significativas na Esplanada dos Ministérios.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência anunciou os novos ministros que irão assumir diversas pastas na Esplanada. Com a saída de 18 ministros, ainda permanece a indefinição sobre os substitutos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Secretaria de Relações Institucionais.
Na Casa Civil, Miriam Belchior, atual secretária-executiva, irá ocupar o cargo deixado por Rui Costa, que se prepara para concorrer a uma das vagas no Senado pela Bahia.
Camilo Santana, que inicialmente planejava permanecer até o fim do mandato à frente do Ministério da Educação, irá se desincompatibilizar. Ele será sucedido por Leonardo Barchini, secretário-executivo da pasta, enquanto o governador do Ceará, Elmano de Freitas, enfrenta desafios nas pesquisas eleitorais.
George Santoro, também secretário-executivo, assumirá o Ministério dos Transportes, com Renan Filho se candidatando ao governo de Alagoas.
O Ministério de Portos e Aeroportos terá Tomé Barros Monteiro da Franca como novo titular, enquanto Silvio Costa Filho se prepara para buscar a reeleição na Câmara dos Deputados.
No Meio Ambiente, João Paulo Ribeiro Capobianco será o novo ministro, após a saída de Marina Silva, que se desincompatibilizou para concorrer a uma eleição em São Paulo. A decisão sobre sua candidatura ainda está pendente.
Antônio Vladimir Lima assumirá o Ministério das Cidades, substituindo Jader Filho, que disputará uma vaga na Câmara pelo Pará.
Janine Mello dos Santos será a nova ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, sucedendo Macaé Evaristo, que busca a reeleição na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
O Ministério do Esporte terá Paulo Henrique Cordeiro Penna como novo ministro, após a saída de André Fufuca, que se candidatará ao Senado pelo Maranhão. A decisão sobre sua candidatura ainda está em aberto.
Fernanda Machiaveli, atual secretária-executiva, assume o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, após a saída de Paulo Teixeira, que busca reeleição à Câmara por São Paulo.
Anielle Franco deixará o Ministério da Igualdade Racial para concorrer à Câmara pelo Rio, sendo sucedida por Rachel Barros de Oliveira, também secretária-executiva.
No recém-criado Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena assumirá após a saída de Sônia Guajajara, que disputará a reeleição à Câmara por São Paulo.
A reforma ministerial também trouxe uma dança das cadeiras, com André de Paula deixando o Ministério da Pesca e Aquicultura para assumir a Agricultura e Pecuária, enquanto Rivetla Edipo Araujo Cruz assume a pasta da Pesca e Aquicultura.
