iPhone de 20 anos terá design inovador com vazamentos sobre o Dynamic Island
Transformações no design do iPhone marcam os 20 anos da Apple no mercado de smartphones.
No calendário da Apple, datas comemorativas frequentemente sinalizam mudanças significativas no design de seus dispositivos. Desde o lançamento do iPhone X em 2017, a empresa tem mantido a forma básica de sua linha, focando em melhorias sutis como ajustes nos cantos, troca de materiais e miniaturização de componentes. No entanto, uma nova era de design parece estar a caminho.
Com a aproximação de setembro de 2027, que marcará duas décadas desde que Steve Jobs apresentou o primeiro iPhone, as expectativas estão crescendo. Embora ainda faltem alguns anos, os primeiros conceitos e informações provenientes da cadeia de fornecedores sugerem que uma transformação significativa está por vir. Os vazamentos indicam que o visual do iPhone de 20 anos está começando a ser revelado.
Quatro bordas curvas
A principal mudança no modelo diz respeito à forma da carcaça. Informações apontam que a Apple está desenvolvendo uma tela com quatro bordas curvas, que se estenderão não apenas pelos lados, mas também nas extremidades superior e inferior.
Essa curvatura tem como objetivo proporcionar uma experiência de “tela cheia” sem precedentes, desafiando a predominância de painéis retos que a Apple e a maioria do mercado têm adotado por anos.
É importante ressaltar que essa inovação não se trata de simplesmente replicar as telas curvas que a Samsung popularizou. Os novos esquemas revelam um design com um caimento mais sutil, semelhante ao vidro frontal do Apple Watch, onde uma borda suave protege os cantos contra impactos. Na parte traseira, as expectativas são de que o arranjo do módulo de câmeras permaneça inalterado, mantendo três sensores e o LiDAR.
Câmera “invisível” descartada e vida longa à Dynamic Island
Inicialmente, havia rumores de que este modelo traria uma tela totalmente limpa, escondendo os sensores e a câmera frontal sob o painel. Contudo, essa possibilidade foi descartada, e o display continuará a apresentar recortes no vidro, garantindo a permanência da Dynamic Island.
A escolha técnica por essa abordagem é clara: enquanto os sensores do Face ID funcionam adequadamente através do painel, os sensores de imagem sofrem degradação significativa ao tentar captar luz por meio de uma camada ativa de pixels, como já foi observado em modelos anteriores.
No primeiro dobrável da Apple, a câmera embutida na tela resultou em sérios problemas de qualidade de imagem, como perda de contraste e cores distorcidas — deficiências que um modelo comemorativo não pode se permitir.
O planejamento interno indica que o design deste iPhone especial deve ser aprovado até fevereiro, permitindo o início da produção em larga escala no meio do ano, antes do seu lançamento oficial.
Previsto para ser lançado com o novo processador Apple A21 Pro, esse celular especial priorizará uma ergonomia refinada. Embora as mudanças sejam mais moderadas do que algumas especulações anteriores sugeriam, os próximos meses serão cruciais para validar essas informações.