Lula solicita reintegração de agentes e delegados da PF para combater crime organizado

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Lula convoca delegados da Polícia Federal para combater crime organizado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou em Planaltina (DF) que ordenou ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a convocação de delegados e agentes da Polícia Federal que não estão em atividade para retornarem aos seus postos. A medida tem como objetivo fortalecer o combate ao crime organizado no Brasil.

Durante seu discurso, Lula enfatizou a necessidade de que todos os delegados que estão fora da corporação, exceto aqueles que ocupam cargos de secretários de Estado, retornem ao trabalho. Ele criticou a situação atual, afirmando que alguns agentes estão “fingindo que estão trabalhando” enquanto o país enfrenta desafios significativos relacionados à segurança pública.

“Todos vão ter que voltar porque nós vamos derrotar o crime organizado neste País”, declarou o presidente, ressaltando a urgência da medida em um contexto de crescente violência e criminalidade.

Além de abordar questões de segurança, Lula, que se posiciona como pré-candidato à reeleição em 2026, fez um apelo aos brasileiros para que rejeitem parlamentares que disseminam desinformação na internet. Ele prometeu que, ao longo da campanha, adotará um tom mais incisivo contra seus opositores.

“Precisamos desmascarar os mentirosos e as mentirosas desse país”, afirmou, destacando a importância da responsabilidade cívica dos eleitores em identificar e combater notícias falsas.

O presidente participou da Feira Brasil na Mesa, que acontece na Embrapa Cerrados em Planaltina, um evento que se estende até sábado (25) e que visa apresentar inovações e tecnologias no setor agropecuário brasileiro.

Antes de seu discurso, Lula visitou os pomares e a feira organizada pela Embrapa, onde fez comentários descontraídos, mencionando a intenção de levar um pé de jabuticaba para líderes internacionais como Xi Jinping e Donald Trump, sugerindo que a fruta poderia servir como um “calmante”.

Nas últimas semanas, Lula tem se distanciado do presidente dos Estados Unidos, após um período de aproximação que resultou na remoção de várias sanções contra produtos e autoridades brasileiras, indicando uma mudança nas relações diplomáticas.

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