Momento decisivo para escolhas e wind banners
Campanha eleitoral entra na reta final com intensificação de estratégias e polêmicas.
Faltando apenas dois dias para o primeiro turno, a campanha eleitoral chega ao fim na mídia. Os eleitores se preparam para fazer suas escolhas, que incluem seis votos e a confirmação, além de possíveis votos em branco ou nulo.
No Rio Grande do Sul, as disputas para o governo e as duas vagas de senador permanecem acirradas, com a expectativa de um segundo turno para os cargos executivos. A corrida presidencial também promete ser decidida apenas após novas votações, com as principais candidaturas buscando mobilizar o eleitorado através do voto útil nas redes sociais.
Nas últimas semanas, a campanha ganhou intensidade, marcada por ataques mútuos entre os candidatos e a exploração das fraquezas dos adversários. As polêmicas, especialmente envolvendo ministros do STF, se intensificaram, e até a Padroeira do Brasil se tornou um tema controverso nas discussões eleitorais.
Os programas de rádio e TV, por sua vez, mantiveram uma linha semelhante, com pouca inovação. No entanto, um dos destaques locais foi a proliferação de velas eleitorais, conhecidas como wind banners, que invadiram as áreas de grande circulação e visibilidade para os eleitores.
Uma pesquisa revelou que o custo das velas varia entre R$ 80,00 e R$ 150,00, dependendo da quantidade adquirida. Para uma campanha competitiva, é necessário expor cerca de 500 velas em locais estratégicos, o que pode custar entre R$ 40 mil e R$ 75 mil. O maior gasto, entretanto, está relacionado à colocação diária do material, que deve ser montado pela manhã e recolhido ao final do dia, gerando custos de até R$ 100 mil para a equipe contratada durante todo o período da campanha.
As análises e previsões sobre o desfecho da campanha ficam a cargo dos especialistas, pois em 48 horas, tudo pode mudar no cenário eleitoral.