Renan Santos se opõe à privatização da Petrobras e da Embrapa, mas defende a venda dos Correios

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Renan Santos defende manutenção de estatais estratégicas e critica governo anterior

O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, afirmou que, se eleito, não privatizará a Petrobras, mas defendeu a privatização de empresas que considera “inúteis”, como os Correios.

Durante uma sabatina, Santos enfatizou a importância de manter estatais que desempenham papéis estratégicos para o Brasil. Ele destacou a Embrapa como um exemplo de estatal que trouxe grandes contribuições ao país, especialmente no setor agrícola. Segundo ele, a Embrapa e universidades ligadas à agronomia formaram um complexo de conhecimento que impulsionou o crescimento da agricultura brasileira.

O candidato não poupou críticas ao governo de Jair Bolsonaro, descrevendo aquele período como um “surto coletivo”. Ele se referiu a declarações polêmicas do ex-presidente e à crença de alguns membros do governo em ideias consideradas absurdas, que levaram a consequências legais para muitos deles.

Além disso, Renan Santos abordou a questão das armas nucleares, defendendo que a discussão sobre esse tema deve ocorrer por meio de uma mudança constitucional. Ele acredita que esse assunto não será prioridade em seu primeiro mandato, mas que deve ser considerado em um horizonte de longo prazo.

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