Silveira pede redução nos preços da Petrobras após queda do petróleo

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Ministro de Minas e Energia aponta possibilidade de redução nos preços dos combustíveis com queda do Brent.

O ministro de Minas e Energia acredita que a Petrobras pode diminuir os preços dos combustíveis, considerando a recente queda nas cotações internacionais do petróleo Brent. Após um período de alta, impulsionado por conflitos geopolíticos, o preço do barril voltou a níveis próximos a US$ 70 a US$ 80 nas últimas semanas.

Silveira destacou a importância de buscar melhores preços de forma gradual, respeitando a governança da estatal. Essa abordagem visa beneficiar os consumidores, refletindo as mudanças no mercado internacional de petróleo.

Com o recente fim do conflito entre Estados Unidos e Irã, e a estabilização da cadeia de suprimentos de petróleo, há expectativas de que os preços para distribuidoras sejam reduzidos, o que poderá resultar em uma diminuição no preço do litro para o consumidor final. A proposta de redução se alinha às ações que a Petrobras deve implementar em decorrência do término das subvenções governamentais.

No dia 30 de junho, a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,35 no litro do diesel, logo após o governo ter comunicado o fim da subvenção de mesmo valor. Essa subvenção foi criada para mitigar os impactos da alta do petróleo durante o período de conflito.

A estatal informou que, a partir de 1º de julho, implementará uma nova redução nos preços de venda do óleo diesel, em resposta à evolução dos mercados de petróleo e derivados.

O ministro da Fazenda também indicou que o governo está considerando a eliminação de outras subvenções que foram instituídas durante a guerra, incluindo a de R$ 1,12 para o diesel e a de R$ 0,44 para a gasolina. A continuidade dessas reduções dependerá da estabilidade dos preços no mercado internacional e da manutenção da neutralidade de preços para os consumidores.

Na manhã de 1º de julho, o preço do Brent estava em torno de US$ 72, uma significativa queda em relação ao pico de US$ 120 durante o auge do conflito. Com a retirada das subvenções, espera-se que a Petrobras também reduza os preços de outros combustíveis, beneficiando ainda mais os consumidores.

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