Zema classifica beneficiários de programas sociais como imprestáveis
Romeu Zema propõe revisão de programas sociais com contrapartidas para beneficiários.
O candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, manifestou suas opiniões sobre os programas sociais em um evento recente em São Paulo. Ele acredita que as iniciativas atuais estão contribuindo para a formação de uma “geração de imprestáveis”, que prefere não trabalhar e optar por atividades informais.
Durante a 27ª Conferência Anual Santander, Zema destacou a importância de implementar contrapartidas para aqueles que recebem benefícios sociais. Segundo ele, a falta de exigências leva a um ciclo de dependência, onde a recusa em buscar emprego se torna comum entre os beneficiários, perpetuando essa condição de inatividade.
O ex-governador de Minas Gerais argumentou que a qualificação profissional é essencial e que o emprego formal é um caminho para isso. Ele enfatizou que é necessário mudar a estrutura atual, que, segundo ele, não oferece saídas para os beneficiários dos programas sociais.
Uma das propostas de Zema é que os pagamentos sejam suspensos se os beneficiários recusarem três ofertas de emprego. Essa medida visa incentivar a busca por trabalho e garantir que os recursos sejam utilizados de maneira mais eficaz.
Ele também mencionou que aqueles que não completaram o ensino fundamental ou médio devem ser incentivados a finalizar seus estudos como parte das contrapartidas necessárias. No entanto, Zema não detalhou quais programas sociais seriam afetados por essas novas regras.
